Coral Santa Cruz: tradição e talento em projeto especial trazem nova vida cultural a Frederico Westphalen
Com mais de duas décadas de história, o Coral do Castelinho se destaca em performances regionais e agora entrega à comunidade uma obra visual e musical inédita, através da Lei Paulo Gustavo
Publicado em 23/10/2024 às 17:00
Capa Coral Santa Cruz: tradição e talento em projeto especial trazem nova vida cultural a Frederico Westphalen

O Coral Santa Cruz, conhecido carinhosamente como Coral do Castelinho, de Frederico Westphalen, há mais de 20 anos enriquece a cultura de Frederico Westphalen e regiões vizinhas com suas apresentações. O grupo, que começou com o intuito de animar as celebrações religiosas da comunidade, agora atinge novos patamares, após a realização de um projeto audiovisual especial, viabilizado pela Lei Paulo Gustavo. Juliano Maciel, maestro do coral, junto com os membros Ney Borba e Edilamar Vendrusculo, compartilhou em entrevista à Rádio Luz e Alegria na manhã desta quarta-feira, 23, o orgulho e o significado deste trabalho.

Com cerca de 28 integrantes, o coral é movido pela paixão pela música e a dedicação de seus membros. Desde a sua formação, os ensaios são rigorosos, buscando sempre a qualidade e a harmonia das vozes, seja nas celebrações religiosas ou em eventos culturais regionais. A nova fase do grupo, marcada pela gravação de um vídeo musical, foi descrita como um verdadeiro presente para a comunidade. "Nunca imaginávamos que um dia estaríamos gravando um videoclipe", diz Juliano, ressaltando a evolução e o esforço dos cantores, muitos dos quais iniciaram no coral sem experiência musical formal.

O projeto, realizado com o apoio da Lei Paulo Gustavo, trouxe à tona todo o potencial do grupo, que ao longo do ano se dedicou a ensaios, gravações e produções audiovisuais. A obra, que será apresentada em breve, reforça a conexão do Coral do Castelinho com suas raízes, ao mesmo tempo em que celebra a diversidade musical, passando por gêneros como música gauchesca, italiana, sertaneja e até africana. Essa versatilidade e a alegria transmitida nas apresentações são, sem dúvida, a marca registrada do coral, que continua encantando a todos que têm a oportunidade de assisti-los.

Apesar das dificuldades financeiras e logísticas enfrentadas, os membros do coral demonstram um forte compromisso com a continuidade desse legado. Como destacou Ney Borba, "é pelo amor à música e à nossa comunidade que continuamos, mesmo sem apoio financeiro regular." Esse espírito de dedicação reflete o papel cultural que o coral desempenha, não só em Frederico Westphalen, mas em toda a região.
 

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