Foto de Andre Santos
A nova diretoria da URI/FW foi empossada na tarde de quarta-feira, 14. Passada a solenidade de nomeação da reitoria - que foi realizada pela última vez em Frederico Westphalen após 20 anos -, o momento agora é de reflexão, e ao mesmo tempo, de transição para próxima gestão, que ficará à frente da entidade no período de 2023 a 2026.
Na manhã desta terça-feira, 20, a atual diretoria da URI/FW, formada pela diretora-geral, Silvia Regina Canan, acadêmica, Elisabete Cerutti, e administrativo, Ezequiel Plínio Albarello, fizeram um balanço sobre o tempo em que estiveram à frente da entidade de ensino. Durante entrevista ao programa LA Entrevista, a diretora-geral, Silvia Regina Canan, que se despede desta gestão, faz um balanço de seu período que esteve dentro do projeto, além dos desafios que a universidade na gestão. “Essa é uma semana importante porque encerro meus oito anos à frente da URI, juntamente, Elisabete Cerutti, e com o Ezequiel Plínio Albarello. Foi um período desafiador e que deixou uma marca na história da nossa universidade.
Fazendo um balanço resumido, os três últimos anos dessa gestão que se encerra foram os mais complexos que nós vivemos na gestão. Todas as ocorrências nacionais e internacionais, acarretaram na vida da universidade. A minha gestão de diretora acadêmica, nós tínhamos criado. A universidade cresceu e fomos projetando isso. Chegamos a ter 3 mil, mas em 2015, quando o FIES mudou o formato, os planos mudaram e o número de alunos diminuiu. Trouxemos o Ezequiel para nossa gestão e precisávamos mudar. Depois disso veio a pandemia e tudo isso gerou uma desestabilização. A Elizabeth teve que transportar todos os alunos e professores na plataforma online. E como estávamos começando um processo e nós não podíamos alunos. E nós não perdemos alunos. O Ezequiel foi o nosso “timoneiro” dentro deste projeto de mudança, com um planejamento estratégico. Nós nos reposicionamos com o Ezequiel e a Beth, que nos ajudaram a nos colocar no caminho certo. As intuições que diziam que a gente não iria conseguir estavam errados”, disse Silvia Regina Canan.
A nova diretora, Elisabete Cerutti, ressalta que esse reposicionamento da URI/FW foi profunda em todos os aspectos. “Eu fico ouvindo a professora Silvia e lembro dos esforços que fizemos para deixar a universidade da forma como está. Fundamos a Escola Básica da URI/FW. Na primeira quinzena, preenchemos todas as vagas. E isso é um problema bom por causa dessa procura. Isso significa muito para a gente. Foi um trabalho muito árduo. Na graduação, os cursos presenciais, eles estão atualizados e prevê muita autonomia para cada aluno. Porque lá no mundo do trabalho, o aluno precisa se enxergar para ir se preparando para o futuro profissional. Enquanto no EAD, ele tem acompanhamento dos professores de todas as unidades, além das pós-graduações. Nós representamos as 300 pessoas que fazem a URI acontecer” ressaltou.
Seguindo a explanação de Elisabete Cerutti, Ezequiel Plínio Albarello, diz que esse período integrando a direção da URI em um momento conturbado por conta da pandemia, mas que todo o trabalho realizado será um legado deixado por a atual gestão as próximas que virão. “Foi um período conturbado porque a educação passava por um momento delicado e depois veio a pandemia, passamos por dificuldades e enfrentamos desafios imensos na área para resolver. Estou feliz por fazer muito. Por mais que os desafios sejam imensos é porque conseguimos fazer mais”, disse Albarello.
A nova diretoria que será composta pela professora-doutora, Elisabete Cerutti, como diretora-geral; professor-mestre Carlos Eduardo Blanco Linares, como diretor-acadêmico e o professor-mestre Alzenir José de Vargas, como diretor-administrativo. Já para a Escola de Educação Básica, foram eleitas como diretora, Marcia Dalla Nora, e vice-diretora, Larissa Dalpasquale.
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