Um júri de grande repercussão e mobilização social, que demandou um esquema especial de infraestrutura e de preparação, custando aos cofres públicos cerca de R$ 160 mil, mas que durou apenas 11 minutos. Este é o resumo do julgamento do Caso Rafael, que estava previsto para ser realizado em Planalto durante toda esta semana, mas que foi encerrado pela juíza presidente da sessão, Marilene Parizotto Campagna, pouco mais de 10 minutos após ter iniciado, em razão do abandono do plenário pela defesa da ré Alexandra Salete Duogokenski. Como um tribunal de júri não pode seguir sem que o réu possua sua defesa, a magistrada encerrou a sessão, que será remarcada para uma nova data.
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