Foto de Valter Campanato/Arquivo Agência Brasil
Mensagens circulando em grupos de WhatsApp e redes sociais reacenderam, nesta semana, o temor de uma possível paralisação nacional de caminhoneiros marcada para a próxima quinta-feira, 4 de dezembro.
No entanto, apesar da insatisfação crescente de motoristas autônomos, as principais lideranças do setor negam a convocação oficial para uma greve. Elas classificam os rumores como "politizados e precipitados".
Posição das lideranças
CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos): A entidade, que representa nove federações e 104 sindicatos, afirmou que não foi informada sobre qualquer mobilização e reforçou que nenhuma sinalização formal de paralisação partiu de suas bases.
Wallace Landim ("Chorão"): Uma das figuras mais notórias da greve de 2018, Chorão também negou apoio ao movimento. Em vídeo, ele sugeriu que o atual chamado estaria sendo impulsionado por agendas políticas que não representam as demandas reais do transporte.
Descontentamento da categoria
Mesmo sem o apoio formal das lideranças, o descontentamento entre os caminhoneiros autônomos é crescente. A greve nacional de 2018, que durou dez dias e causou desabastecimento em diversas partes do país, serve como referência, tendo tido o aumento do preço do diesel como estopim.
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