Iniciou na manhã desta segunda-feira, 3, o julgamento da ré Lucinda Canofre de Campos, acusada por tentativa de homicídio duplamente qualificado — motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima — contra o prefeito de Palmitinho, Caetano Albarello, em 2021. O júri popular iniciou por volta das 10h, com o depoimento de Albarello, no Fórum da Comarca de Frederico Westphalen. Momento — às 10h — que a ré chegou para o julgamento. O depoimento do prefeito palmitinhense encerrou por volta das 10h38. A segunda testemunha a depor é Gervásio Santana, sendo funcionário público na Prefeitura de Palmitinho, é a primeira testemunha, e que à época, era secretário municipal.
A terceira testemunha a depor foi Michele, que também é funcionária pública de Palmitinho, relata que o prefeito Caetano Albarello sempre atendeu a todos, e que este fato, pegou a todos de surpresa. A testemunha disse que a ré chegou com óculos escuros, boné, blusa, bermuda e de chinelos até a prefeitura. Carla Martins, Policial Civil, terceira testemunha a depor, relata que a ré é reconhecida como "Naty campos". A testemunha disse que a prisão em flagrante de Lucinda, ocorreu logo após a tentativa de homicídio. A testemunha disse que a ré comentou que tinha intenção de levar arma de fogo até a prefeitura, mas não houve o 'empréstimo' de outra pessoa.
Lucinda estava detida no Presídio Estadual de Lagoa Vermelha, mas foi transferida nos últimos dias para o Presídio Estadual de Frederico Westphalen. Por volta das 11h52, inciou a manifestação da ré, Lucinda Canofre de Campos, que por sua vez, não se manifestou. Com isso, ela não será interrogada em plenário, começam os debates com a sustentação do MP. Após o intervalo, iniciou os debates com espaços para réplica de acusação e tréplica para defesa, com duração de 1h cada. Durante os debates, a ré chorou. A defesa de Lucinda, não pediu sua absolvição, mas ressalta que o julgamento deve ser justo, por conta de desconformidade com a acusação de tentativa de homicídio. Se condenada, Lucinda pode pegar de 12 a 30 anos de prisão. A sentença da ré será conhecida ainda nesta segunda, 3. Se condenada, Lucinda Canofre de Campos, pode pegar de 13 a 20 anos de prisão.
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