Iniciado julgamento de acusada por tentativa de homicídio contra prefeito de Palmitinho
Caetano Albarello sofreu atentado em seu gabinete em 22 de novembro de 2021
Publicado em 03/04/2023 às 10:42
Atualizado em 03/04/2023 às 12:50
Capa Iniciado julgamento de acusada por tentativa de homicídio contra prefeito de Palmitinho

Foto de Andre Santos

Iniciou na manhã desta segunda-feira, 3, o julgamento da ré Lucinda Canofre de Campos, acusada por tentativa de homicídio duplamente qualificado — motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima — contra o prefeito de Palmitinho, Caetano Albarello, em 2021. O júri popular iniciou por volta das 10h, com o depoimento de Albarello, no Fórum da Comarca de Frederico Westphalen. Momento — às 10h — que a ré chegou para o julgamento. O depoimento do prefeito palmitinhense encerrou por volta das 10h38. A segunda testemunha a depor é Gervásio Santana, sendo funcionário público na Prefeitura de Palmitinho, é a primeira testemunha, e que à época, era secretário municipal.

A terceira testemunha a depor foi Michele, que também é funcionária pública de Palmitinho, relata que o prefeito Caetano Albarello sempre atendeu a todos, e que este fato, pegou a todos de surpresa. A testemunha disse que a ré chegou com óculos escuros, boné, blusa, bermuda e de chinelos até a prefeitura. Carla Martins, Policial Civil, terceira testemunha a depor, relata que a ré é reconhecida como "Naty campos". A testemunha disse que a prisão em flagrante de Lucinda, ocorreu logo após a tentativa de homicídio. A testemunha disse que a ré comentou que tinha intenção de levar arma de fogo até a prefeitura, mas não houve o 'empréstimo' de outra pessoa. 

A chegada da ré

Lucinda estava detida no Presídio Estadual de Lagoa Vermelha, mas foi transferida nos últimos dias para o Presídio Estadual de Frederico Westphalen. Segundo o repórter da LA que está no julgamento, Andre Santos, Albarello foi questionado pela acusação representado pela promotora de justiça Isabel da Costa Franco Santos. Defesa da ré também realiza questionamentos ao prefeito, o advogado Luís Gustavo Bretana representa a acusada em plenário. Se condenada, Lucinda pode pegar de 12 a 30 anos de prisão. Por volta das 11h52, inciou a manifestação da ré, Lucinda Canofre de Campos, que não irá se manifestar. Com isso, ela não será interrogada em plenário, começam os debates com a sustentação do MP.

Tempos para as partes

Sobre o julgamento, haverá debates com cerca de 1h30min de duração pela acusação. Depois, será reservada 1h30min para sustentação da defesa. Logo após, haverá espaços para réplica de acusação e tréplica para defesa, com duração de 1h cada.

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Foto Diego Macagnan
Diego Macagnan