Após o início do julgamento da ré Alexandra Dougokenski no fórum de Planalto, desde as 9h da manhã desta segunda-feira, 16, que teve a primeira testemunha a ser ouvida, sendo Ana Maristela Stamm, professora há 32 anos e que lecionou para Rafael Winques (assassinado em 2020), o júri está em intervalo para o almoço e retorna a partir das 14h.
A segunda testemunha a dar depoimento é o delegado de Polícia de Planalto, Ercilio Raulileu Carletti, que deve continuar sendo ouvido no retorno do júri durante a tarde.
Delegado Ercilio relembra que, no dia da reconstituição do crime, Alexandra reproduziu o nó duas vezes e com relativa tranquilidade. ''Ela colocou, desmanchou e fez de volta. É um nó razoavelmente complicado, eu mesmo não consigo fazer'', disse a autoridade policial.
''Desobediência do menino'' e ''abuso no uso do celular'' foram os motivos apontados por Alexandra no interrogatório para cometer o crime, destacou o delegado Ercilio.
''Não me recordo de um inquérito com tanta riqueza de diligências'', diz o delegado Ercilio. Segundo ele, dez pessoas foram ouvidas no inicio das investigações. Após a descoberta do corpo do menino, se chegou a cerca de 50 oitivas.
Transmissão
O julgamento tem transmissão pelo canal do Youtube do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul - TJRS e das redes sociais do LA+, acompanhe!
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