A ré Alexandra Dougokenski começa a ser julgada novamente nesta segunda-feira, 16 de janeiro de 2023, em Planalto, pelo assassinato do filho Rafael Mateus Winques, em 2020, quando o menino tinha 11 anos. Em março de 2022, a defesa da ré abandonou a sessão, causando a anulação daquele julgamento. Para o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), que estará representado em plenário pelos promotores de Justiça Michele Dumke Kufner, Diogo Gomes Taborda e Marcelo Tubino Vieira, o júri deve se estender por quatro a cinco dias. Além da ré, serão ouvidas onze testemunhas, as que não residem na Comarca, três no total, irão depor por videoconferência.
No início da sessão nesta segunda-feira, ficaram definidos os jurados, sendo, quatro mulheres e três homens. A juíza de Direito Marilene Parizotto Campagna preside o julgamento e já começou a ouvir as testemunhas. A primeira a falar pediu que o seu relato não fosse transmitido. Trata-se de Ana Maristela Stamm, a primeira testemunha a ser ouvida. Professora há 32 anos, ela dava aulas de ciências e artes para Rafael Winques. Disse que menino era muito inteligente, disciplinado e querido, mas muito quieto.
Caso
Rafael desapareceu no dia 15 de maio de 2020. Alexandra sustentava que ele teria ido dormir e, na manhã seguinte, não estava mais em casa. Dez dias depois, ela confessou que havia assassinado o filho e indicou a localização do corpo, dentro de uma caixa de papelão em um terreno da casa vizinha.
Julgamento
A transmissão do julgamento em Planalto ocorre através do Facebook do LA+. Neste momento, houve-se a segunda testemunha, o delegado de Polícia de Planalto, Ercilio Carletti.
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