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O estado de Minas Gerais registrou a primeira morte por hantavirose no Brasil em 2026, conforme anúncio oficial realizado neste domingo, 10. A vítima, um homem residente em Carmo do Paranaíba, faleceu em fevereiro após exposição a roedores silvestres em uma zona de lavoura.
Os órgãos de saúde esclareceram que a ocorrência é um caso isolado e não apresenta vínculo epidemiológico com o surto identificado recentemente em uma embarcação argentina. Atualmente, o território nacional contabiliza sete diagnósticos da doença neste ano, todos sem conexão com variantes internacionais.
Transmissão, sintomas e medidas preventivas
A hantavirose é uma patologia grave transmitida pela inalação de partículas provenientes de dejetos de roedores infectados, podendo também ocorrer por contato direto com mucosas ou ferimentos.
O quadro clínico inicial envolve febre, cansaço e dores musculares, com risco de evolução para complicações respiratórias e cardiovasculares.
Devido à inexistência de um tratamento curativo específico, especialistas recomendam a manutenção da higiene rigorosa em galpões e locais de armazenamento, além do descarte adequado de resíduos e proteção de alimentos para evitar a proximidade com os hospedeiros do vírus.
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