Luciano Schwerz deixa a presidência da Emater/RS-Ascar após 18 meses
À frente da instituição desde setembro de 2024, o ex-gerente regional de Frederico Westphalen retorna agora à sua cidade natal para atuar no Escritório Municipal de Sarandi
Publicado em 06/03/2026 às 07:51
Capa Luciano Schwerz deixa a presidência da Emater/RS-Ascar após 18 meses

O engenheiro agrônomo e extensionista rural Luciano Schwerz encerrou seu ciclo na presidência da Emater/RS-Ascar nesta semana. À frente da instituição desde setembro de 2024, o ex-gerente regional de Frederico Westphalen retorna agora à sua cidade natal para atuar no Escritório Municipal de Sarandi.

Em sua despedida, Schwerz agradeceu a confiança depositada em sua gestão, que percorreu degraus desde a base como extensionista até o posto máximo da entidade. Ele destacou que o período de um ano e meio na capital foi de intenso aprendizado e que retoma o trabalho de campo com o objetivo de estar novamente próximo aos produtores rurais gaúchos.

A sucessão no comando da autarquia foi oficializada durante uma Sessão Extraordinária Conjunta dos Conselhos Técnico Administrativo da Emater/RS e Administrativo da Ascar. O nome do novo presidente, Claudinei Baldissera, foi aprovado por unanimidade pelos conselheiros presentes no ato.

Até então, Baldissera desempenhava a função de diretor técnico da instituição, cargo para o qual havia sido eleito pelos próprios empregados em 2023, com mandato previsto até 2026. A cerimônia de posse marcou a transição administrativa em um momento estratégico para as políticas de extensão rural no estado.

Novo presidente foca na integração com governos e entidades parceiras

Em seu primeiro pronunciamento como presidente, Claudinei Baldissera enfatizou a relevância histórica e atual do sistema de extensão rural, que completa 70 anos de atuação. O gestor ressaltou a importância de manter a continuidade das ações desenvolvidas em parceria com o Governo do Estado, por meio das secretarias de Desenvolvimento Rural e da Agricultura, além do Governo Federal e das administrações municipais.

Baldissera pontuou que os desafios climáticos e produtivos do setor exigem uma Emater preparada e conectada com as inovações tecnológicas e científicas geradas por universidades e institutos de pesquisa.

O novo dirigente também defendeu o fortalecimento do diálogo com federações e entidades que compõem os conselhos das instituições. Para Baldissera, o sucesso da agricultura familiar e do agronegócio gaúcho depende de um sistema de assistência técnica robusto e capilarizado em todas as regiões do Rio Grande do Sul.

Ao assumir o cargo, ele reiterou o compromisso de valorizar o trabalho dos extensionistas de ponta, considerando-os fundamentais para a execução das políticas públicas que garantem a sustentabilidade e a produtividade no meio rural.

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