Definida a empresa que irá realizar projeto de duplicação da BR-386
Trecho de 50 quilômetros não está incluso na concessão da CCR ViaSul
Publicado em 27/02/2024 às 14:06
Atualizado em 27/02/2024 às 14:08
Capa Definida a empresa que irá realizar projeto de duplicação da BR-386

Foto de Divulgação/DNIT

A empresa STE Serviços Técnicos de Engenharia foi anunciada a vencedora da licitação para desenvolver o projeto de duplicação em 50 quilômetros da BR-386, no norte do Estado. A partir da assinatura do contrato e ordem de início dada, ela trá prazo de 13 meses para desenvolver os estudos.

O trecho em questão fica entre Carazinho e Sarandi, que tem tráfego em pista simples. A obra é prometida há uma década. Essa é uma das partes da rodovia que não está compreendida pelo contrato de concessão da CCR ViaSul, que cuida dos investimentos na BR-386 entre Carazinho e Canoas. 

Pelo projeto, a STE aceitou receber R$ 5,76 milhões. O valor é R$ 1,63 milhão menor do que o que foi proposto pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Caberá à empresa realizar os projetos básico e executivo da duplicação. Posteriormente, a autarquia necessitará fazer uma nova contratação de quem irá realizar a duplicação em si. 

Além da duplicação, os projetos deverão prever construções de ruas laterais. Também será preciso estipular a adequação de três pontes e a criação de duas passarelas. 

"O trecho objeto deste Termo de Referência atualmente se desenvolve na sua maioria em pista simples e já apresenta problemas de fluidez devido ao significativo volume de tráfego, pondo em risco a segurança do usuário, além do aumento no tempo de viagem com custos diretos à economia da região", informou o Dnit no edital de licitação.  

Ainda segundo a autarquia, o congestionamento entre Sarandi e Carazinho será agravado quando a CCR ViaSul concluir a sua parte da duplicação. O departamento prevê que a obra "provocará grande impacto socioeconômico na área envolvida, aumentando a atratividade de investimentos e oportunizando vantagens competitivas, desenvolvimento econômico, crescimento local e inclusão social".

Fonte: GauchaZH

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Almir Felin