Agricultura já conduziu 770 ações de vigilância ativa para influenza aviária
Não há registro de casos no Estado, nem no Brasil, até o momento
Publicado em 29/03/2023 às 09:02
Atualizado em 29/03/2023 às 09:04
Capa Agricultura já conduziu 770 ações de vigilância ativa para influenza aviária

Foto de Paulo André Santos Coelho de Souza

Desde os primeiros registros de casos de influenza aviária na América do Sul, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) vem intensificando as ações de vigilância ativa e passiva – atividades rotineiras, mas que ganharam corpo a partir da presença da enfermidade no continente e em países vizinhos, como Uruguai e Argentina.

De janeiro a março deste ano, foram realizadas 770 ações de vigilância ativa no Rio Grande do Sul, com observação de 842 mil aves. No mesmo período, a Secretaria contabiliza 211 ações de educação sanitária sobre a enfermidade, impactando um público estimado de 21 mil pessoas. Três casos suspeitos, identificados durante a vigilância ativa, foi investigado e descartado. Não há registro de casos no Estado, nem no Brasil, até o momento.

– Estamos utilizando drones e embarcações para fazer o monitoramento permanente de aves de vida livre, além de observar as criações avícolas de subsistência. A notificação rápida de qualquer suspeita é essencial –, destaca a diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Anima da Seapi, Rosane Collares.

Capacitação interna
Além das ações de vigilância, a Secretaria também trabalhou internamente para capacitar seu quadro técnico ao atendimento de suspeitas de influenza aviária.

Desde janeiro, foram formadas quatro turmas sobre práticas de biossegurança e necropsia com colheita de amostras de aves, totalizando 52 servidores treinados.

No início de março, 312 servidores do Serviço Veterinário Oficial, entre médicos veterinários e técnicos agrícolas, participaram de uma capacitação online, que abordou o atendimento de notificações de casos suspeitos de síndrome respiratória e nervosa das aves e seus procedimentos de biossegurança.

O treinamento também contextualizou os casos de influenza aviária de alta patogenicidade na América do Sul e orientou quanto ao preenchimento dos atendimentos no e-Sisbravet, plataforma de registro de suspeitas mantido pelo Ministério da Agricultura. 

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