PROGRAMA 6 BEATOS PADRE MANUEL E COORINHA ADÍLIO
AS RIQUEZAS DA NOSSA FÉ
Publicado em 26/06/2023 às 23:45h
Capa PROGRAMA 6 BEATOS PADRE MANUEL E COORINHA ADÍLIO

Meus amigos e minhas amigas!

Louvado seja Jesus Cristo

Que nos ama!

Ademais, na arquidiocese de Braga, fica o Santuário do Sameiro, dedicado à Imaculada Conceição de Maria, aonde terá ido com

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seus paroquianos

O Beato Manuel, uma vez pároco, nunca esqueceu a devoção a Nossa Senhora.

Procurou incentivá-la entre os fiéis. Sendo padroeira da paróquia de Nonoai Na. Sa. da

Luz o impeliu ainda mais a promover a devoção mariana. Temos referências no

depoimento de testemunhas contemporâneas, que vem corroborar a devoção mariana do

biografado. Zulmira Daronch Ziani, irmã do Adílio, que conheceu o Padre Manuel, foi

sua aluna de aula e de catequese e com ele fez a 1 ª comunhão, afirma: “O Padre Manuel

era devoto especialmente de Nossa Senhora da Luz, devoção que trouxe da Espanha e a

introduziu na paróquia”. Parece, que Nossa Senhora teve uma especial predileção pelo Padre Manuel,

pois o mês de maio, o mês de Maria, lhe marcou a vida. Em maio ele nasceu; em maio

foi ordenado sacerdote; em maio foi coroado com a palma do martírio. Após a morte,

 

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foi encontrado no bolso da sotaina o rosário, que ele rezava também durante suas viagens pastorais.

Mais do que da Espanha, a devoção de Na. Sª. da Luz é maior em Portugal (Cf. RUBERT, A. Os

Trinta títulos de Nossa Senhora na diocese de Frederico Westphalen. Santa Maria, Editora Pallotti: 1988,

II PARTE

EM PORTUGAL

TRÂMITES PARA PASSAR À ARQUIDIOCESE DE BRAGA

Motivos alegados: O Padre Manuel, em sua diocese original, exercia o

ministério como coadjutor sucessivamente em duas minúsculas paróquias. A diocese de

Túi tinha abundância de clero, ao passo que a vizinha arquidiocese de Braga sofria

 

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então de escassez de clero. Saído de uma família pobre e ele mesmo pobre pensou

melhorar sua situação e ajudar seus familiares que o tinham ajudado com sacrifício nos

seus estudos. Um sacerdote jovem, cheio de vida, não se conformava com tão pouco

trabalho. Poderia dar mais de si se houvesse espaço. A Providência veio-lhe ao

encontro. Estando vacante a paróquia de Na. Sa. do Extremo em Arcos de Valdevez, na

arquidiocese de Braga, foi convidado a assumir aquela paróquia. Os paroquianos

falaram com o arcebispo de Braga para que autorizasse o padre espanhol para ser seu

pároco. Diante da falta de candidatos, o arcebispo mostrou-se favorável. Mas precisava

da autorização de seu bispo.

Trâmites legais: Aberto este caminho, o Padre Manuel, expondo os motivos,

que o levava a exercer o ministério na arquidiocese vizinha, em carta de 21 de março de

 

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1905  pedia as demissórias, isto é, a excardinação, para poder se incardinar em

Braga, a fim de poder ser nomeado pároco do Extremo. Houve certa demora na

resposta, pois o Padre Manuel, em carta de 10 de abril do mesmo ano, renova o pedido,

especificando melhor os motivos que o levava a exercer o ministério paroquial na

arquidiocese de Braga. Aliás, o Pe. José Lourenço Pereira, pároco de Las Nieves,

em carta à Cúria diocesana de 14 de abril recomendava o pedido de seu coadjutor.

O bispo de Túi, D. Valeriano Menendez Conde, a 15 de abril de 1905, mostra-

se favorável e manda expedir o decreto de excardinação, que traz a data de 5 de maio de

1905. Mas deu-se um impasse jurídico.

Façamos a oração da divina misericórdia...

Para isso, recebam a Benção de Deus Todo Poderoso:

O Pai, o Filho, o Espírito Santo. Amém.

Fiquem na paz e no amor de Deus!

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