Instituído pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, em 2023, programa Mulheres Mil busca proporcionar a inclusão educacional, social e produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade.
O principal objetivo do programa mulheres mil é elevar a escolaridade e promover a inclusão socioprodutiva dessas mulheres, através de cursos de qualificação profissional totalmente gratuitos.
Essa iniciativa, através de cursos de qualificação totalmente gratuitos, é para mulheres acima de 16 anos, com a quinta série completa, em situação de vulnerabilidade social e econômica; muitas vezes em contexto de pobreza, de violência doméstica, constituindo-se em programa de inclusão socioprodutiva para mulheres, em diferentes situações de vulnerabilidade social e econômica.
Nesse contexto, a doutora em biologia e coordenadora do Programa Mulheres Mil no campus do IFFar-FW, Carla Hendges, afirma que está sendo disponibilizado o curso de produtoras de derivados do leite. “No Curso irão aprender a fazer vários produtos como por exemplo iogurte, queijo minas e doce de leite, que se inicia no mês de julho e vai até novembro”, destaca Carla.
É a primeira vez que o IFFar-FW oferta curso através do Mulheres Mil, mas em outros campus do IFFar esse curso já é ofertado, como por exemplo, nas cidades de Panambi e de Alegrete. Entre os benefícios, as mulheres que estão matriculadas e que estiverem cursando ativamente as aulas recebem uma bolsa de R$ 600 reais. Esse valor é condicionado à presença no curso. Ao final do curso, elas recebem um certificado de 160h, oportunizando a busca de uma vaga de trabalho em agroindústrias, cooperativas ou mesmo iniciativas de empreendedorismo.
Para participar do curso, é necessário fazer uma ficha de inscrição, no final recebe-se um certificado de conclusão do curso. Pode-se ir diretamente na recepção ou na diretoria de pesquisa e extensão do campus e falar do seu interesse em se inscrever no curso. Também no CRAS de Taquaruçu e no CRAS de Seberi. As inscrições estarão abertas até dia 20 de junho.
Matéria produzida pela estagiária de Jornalismo da UFSM-FW, Giorgina Navarro
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